Hospital Estadual Alberto Rassi
Acesso à informação Fale com a Ouvidoria Saiba como fazer parte da equipe do HGG Perguntas Frequentes Entre em contato com o HGG    




Notícias

(24/11/2022) HGG promove treinamento sobre abordagem familiar em casos de morte encefálica

Participaram da capacitação enfermeiros, psicólogos e médicos da unidade

Dando continuidade aos treinamentos sobre doação de órgãos, o Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG promoveu no dia 22 de novembro, uma capacitação para enfermeiros, psicólogos e médicos do Centro de Terapia Intensiva (CTI) da unidade sobre a Abordagem Familiar para doação de órgãos e tecidos em caso de morte encefálica, ministrado pela psicóloga da Central de Transplantes do Hospital de Urgências de Goiás – HUGO, Patrícia de Oliveira Vasconcelos. As orientações sobre as formas de comunicação dos óbitos dos pacientes foram conduzidas de forma humanizada, didática e destacando os pontos significativos para uma abordagem eficaz e de respeito às famílias.

Patrícia explica que decidir sobre a doação de órgãos de um ente querido que acabou de falecer é um processo muito delicado. “Fazer uma escolha como essa é um momento muito difícil para as famílias. Mas, sabemos também, que contribuímos com a escolha deles desde o primeiro momento que eles entram na unidade de saúde. O tratamento recebido por essas pessoas conta muito. Por isso, realizamos treinamentos contínuos, para que a equipe se comunique da forma correta, acolhedora e empática. Nosso objetivo é familiarizar cada vez mais os profissionais de saúde para eu sejam multiplicadores de informação”, relatou.

A enfermeira do CTI do HGG, Gersica Sampaio Silva, disse que para ela o treinamento é um reforço dos seus conhecimentos. “Esse momento é muito interessante para nós. Sempre aprendemos mais detalhes sobre a entrevista familiar, como devemos nos comportar, tanto na comunicação corporal e verbal. Comunicar um óbito é algo muito difícil de lidar, tanto para quem esta comunicando, quanto para os familiares que estão recebendo. É algo muito importante de ser feito com toda equipe, para que todos se sintam preparados para essa entrevista e que obtenham sucesso na comunicação. Quando a facilitadora me chamou para participar de uma atividade prática, foi muito impactante para mim, pois senti realmente que estava recebendo a comunicação de um óbito da minha família. No momento, eu que sou profissional de saúde tive tantas dúvidas, imagina então os familiares”, ressaltou.


Fonte: IDTECH





Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.