Hospital Alberto Rassi
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(22/01/2019) Diego Bastos atende pedidos musicais no Sarau

Show aconteceu nesta quinta-feira, 17 de janeiro. Pacientes elogiaram apresentação do músico


A segunda edição do ano do projeto Sarau do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG recebeu nesta quinta-feira, 17 de janeiro, o sertanejo Diego Bastos. Acompanhado do músico, Erick Bastos, o cantor agradou o público atendendo aos pedidos musicais. “Milionário e José Rico”, pediu a aposentada Idalice Oliveira da Silva. E foi prontamente atendida.

“Nessa longa estrada da vida, vou correndo e não posso parar”, cantou Diego que recebeu uma salva de palmas dos pacientes. Acompanhando o neto que irá realizar uma cirurgia, dona Idalice agradeceu. “Eu amei, aproveitei para pedir logo um modão”, declarou. O neto dela, Mateus de Oliveira da Silva, também aproveitou a atividade.

O pequeno que estava fazendo aniversário no mesmo dia do show, disse que gostou de sair um pouco do quarto. “Hoje estou completando seis anos. Gostei da música, mas agora vou voltar para o quarto para jantar. A comida daqui é muito boa”, elogiou o garoto que irá passar por uma cirurgia urológica.

Ainda durante o show, dona Maria Alves Rodrigues levantou-se da sua cadeira e foi ao lado do cantor para tirar foto. Ela registrou o momento e disse que iria mostrar para toda a família. “Como eu não vou conseguir ficar até o final, já garanti a foto agora. Adorei o show e aliás, aproveito para dizer que adorei tudo aqui”, disse a aposentada que irá passar por uma cirurgia para retirada de um cisto no ovário.

Muito simpático, Diego Bastos que também é musicoterapeuta, atendeu todos os pedidos da plateia mais que especial, e escolheu uma canção religiosa para encerrar o Sarau. “Quero voltar outras vezes aqui, mas não quero encontrar com ninguém, viu?”, brincou. Ele explica que já tinha participado de outras iniciativas de humanização, inclusive acompanhando um coral na programação de Natal, mas que foi a primeira vez que fez o pocket show. “A gente percebe no olhar das pessoas que a música tem um poder, a gente sente essa energia diferente. Aqui não foi uma sessão de musicoterapia, mas não deixa de ser terapêutico, já pode aliviar as dores e o sofrimento dos pacientes internados”, declarou.


Fonte: IDTECH





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