Hospital Alberto Rassi
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(13/12/2018) Psicóloga aborda sobre violência contra a mulher

Palestra alusiva ao Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher aconteceu nesta quarta-feira, 12 de dezembro, no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA)

O Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG promoveu nesta quarta-feira, 12 de dezembro, uma palestra alusiva ao Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher. A atividade aconteceu no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA), para pacientes e familiares que estavam na unidade aguardando por consulta. Ministrada pela residente em psicologia, Deborah de Souza Guimarães, o tema prendeu a atenção do público que aproveitou para tirar as dúvidas com a profissional.

Deborah explicou que existem diferentes formas de violência contra a mulher, que pode ser violência sexual, psicológica, física e patrimonial. “O simples fato de não deixar a parceira usar um anticoncepcional ou preservativo é um desrespeito, assim como o ato sexual, mesmo com o marido sem consentimento. Relacionamento abusivo normalmente tem momentos instáveis com momentos bons e ruins. E a mulher geralmente tem dificuldade de buscar ajuda, muitas vezes se sente sozinha e não tem por perto ninguém para apoiá-la”.

De acordo com a profissional, ela abordou o tema a partir da experiência que a plateia vivencia, para ficar mais fácil a compreensão. “Quando falamos de violência patrimonial, por exemplo, pode ficar abstrato, mas quando explicamos sobre destruição de objetos, documentos, entre outras coisas. Geralmente as pessoas só associam a violência contra a mulher com a violência física, gritos, agressões, mas não é somente isso”, explicou.

Aldenora de Souza Siqueira estava no HGG para uma consulta de rotina, já que passou por um transplante há um ano. Ela relatou história da sua infância, que foi marcada pela violência do pai contra a mãe, e que fugiu de casa levando os filhos. “Todo dia vejo na televisão as mulheres morrendo nas mãos dos homens. As mulheres precisam se valorizar, eu falo isso porque tive casos na minha família. Eu acredito que é melhor estar sozinha do que mal acompanhada. Pra ter um relacionamento bom, um tem que respeitar o outro”, explicou.



Fonte: IDTECH





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