Hospital Alberto Rassi
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(28/11/2018) HGG promove palestra sobre AIDS para usuários do AMA

Residente de ginecologia da unidade esclareceu dúvidas dos pacientes que aguardavam consultas

Na semana em que celebra o Dia Mundial de Combate à AIDS, usuários do Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG, participaram de uma palestra de prevenção à doença com a residente em ginecologia Jaqueline Soares de Freitas. Os pacientes e acompanhantes que aguardavam atendimento na quarta-feira, 28 de novembro, esclareceram as dúvidas sobre as formas de contaminação e tratamento do vírus.

Segundo estatísticas do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), atualmente quase 37 milhões de pessoas no mundo vivem com a doença. Até o ano passado, pelo menos 940 mil morreram em decorrência da AIDS. De 2007 a junho de 2018 foram notificados no Sistema de Informação dos Agravos de Notificação (Sinan) 7.166 casos de HIV no Estado de Goiás, conforme boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES/GO).

Durante a palestra, a residente explicou quais são as principais formas para evitar a contaminação pelo vírus. “Sempre usar preservativos durante a relação sexual, mesmo se for com parceiro ou parceira frequente. As pessoas precisam ficar atentas também em nunca aceitar uma agulha já utilizada, observar bem os estúdios de tatuagem, os laboratórios e outras terapias. Usuários de drogas injetáveis também devem ficar atentos”, disse.

Para Jaqueline, a população possui hoje diversos meios de informação, mas é preciso saber fazer bom uso dos meios para, principalmente, quebrar alguns preconceitos que ainda insistem em permanecer. “Infelizmente percebemos que as pessoas ainda estigmatizam muito a doença. Apesar do excesso de informação, falta esclarecimento e a palestra torna-se um meio essencial para tirar as dúvidas da população. Hoje, por exemplo, tivemos pacientes questionando se um abraço ou um aperto de mão são atitudes que provocam uma contaminação. São questionamentos que já deviam estar superados há muito tempo”, enfatizou.

Nem abraço, aperto de mão e nem ao menos o beijo transmite o HIV. A saliva e o suor não possuem uma quantidade viral suficientes para contaminar outra pessoa.

O atendente de farmácia Ronerson Oliveira estava aguardando uma consulta com oftalmologista e aproveitou para se atualizar. Ele tem 22 anos e disse ter muitas dúvidas sobre a doença. “Achei muito bom, porque aproveitei o tempo aqui. Ao invés de ficar parado, aprendi um pouco sobre a AIDS, porque ela está aí e precisamos saber para evitar uma contaminação”, ressaltou.


Fonte: IDTECH





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