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(26/02/2018) Pacientes e acompanhantes cantam sucessos populares da MPB junto com Miriam Veiga e Leandro Mourão

Repertório de grandes sucessos da MPB, samba e bossa nova contagiou o público que cantou e prestigiou os artistas até o final da apresentação

Internada por um problema vascular, de cadeira de rodas, demonstrando dificuldade nos simples movimentos das mãos, Nilza Maria dos Santos, de 56 anos, era uma das mais animadas e participativas na apresentação de Miriam Veiga e Leandro Mourão, no Sarau do HGG desta quinta-feira, 22 de fevereiro. Ela cantarolou quase todas as canções e teve a atenção de Miriam que levou o microfone para cantar junto com a paciente.“Gostei muito, gosto de samba e de carnaval e gosto de estar no meio das pessoas e como eu estou internada é um alivio, uma boa distração”, comentou Nilza no final do show, que contou com diversos momentos de interação da cantora com o público.

Com um repertório de grandes sucessos da MPB, como Tarde de Itapuã, de Vinícius e Toquinho, Garota de Ipanema de Tom Jobim, e Tiro ao Álvaro, de Elis Regina, além de clássicos de samba e bossa nova, Miriam e Leandro chamaram a atenção do público que prestigiou até o final da apresentação. Vinda de Jataí, a professora Cintia Ferreira Souza, de 30 anos, acompanhava a tia que é de Perolândia e está internada no HGG, e não apenas cantou várias músicas, mas foi chamada à frente por Miriam para um dueto. Ao final elogiou a iniciativa. “Gostei muito do projeto, acho que ajuda muito os pacientes que estão internados a desestressarem, pois ficar o dia todo dentro de um quarto é muito estressante”, considerou, elogiando ainda a unidade. “É a primeira vez que eu vim aqui e achei muito bonito, nem parece um hospital público. Estão de parabéns”.

Miriam, que já se apresentou no projeto em 2015, agradeceu novamente o convite e falou da emoção do momento. “Cantar aqui é sempre muito bom e eu fico muito feliz em poder contribuir com o bem-estar dos pacientes, pois nós sabemos que a vida no hospital não é fácil, então eu me sinto realmente feliz de poder proporcionar um momento de distração e tirar o foco da doença e trazer para a alegria, pois os pacientes demonstram cantando, outros nos olhinhos, da forma que cada um pode e consegue, sua satisfação”.


Fonte: IDTECH





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