Hospital Alberto Rassi
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(22/11/2017) Simulação de incêndio movimenta colaboradores do HGG

Brigadistas atuaram em ocorrência de treinamento na última sexta-feira, 17 de outubro. Encenação contou com participação do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Política Técnico-Científica

O Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG promoveu, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), uma simulação contra incêndio na última sexta-feira, 17 de novembro. A ação teve como objetivo preparar as equipes da Brigada de Incêndio do hospital a atuarem em conjunto com o Corpo de Bombeiros em situações de controle de pânico, resgate e combate a incêndio na unidade.

Por volta de 14 horas, um foco de incêndio surgiu no andar térreo, no local onde funciona o abrigo de recicláveis da unidade. A Brigada de Incêndio foi acionada e os brigadistas, responsáveis pelos primeiros socorros, puderam colocar em prática o que foi aprendido nas aulas teóricas e práticas em casos de ocorrências desta natureza. Para auxiliar na logística da simulação, além do Corpo de Bombeiros, participaram o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, Secretaria Municipal de Trânsito (SMT), Polícia Técnica Científica – Instituto Médico Legal e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O tenente do Corpo de Bombeiros Daniel Costa destacou que a corporação está sempre a disposição para este tipo de exercício, porque treina a brigada do hospital e ainda funciona como um aprimoramento técnico profissional para os militares. "A situação que nós vimos aqui hoje é o que realmente acontece nas ocorrências, como familiares tentando entrar no local do acidente, vítimas graves, e às vezes poucas viaturas para tanta gente", explicou.

O sargento Wesley da Costa ressaltou que os treinamentos são importantes, especialmente para profissionais da saúde, porque são situações de múltiplas vítimas, que demandam grande serviço, situações opostas do que se vivencia dentro do hospital. São vítimas, com formas diferentes de classificação. "Nossa intenção ao fazer esse treinamento é mostrar a importância de sair do local de uma forma segura, que é a função do brigadista - indicar quais caminhos vão ser feitos, a forma que vai sair e abrir o caminho pra quem vai fazer a triagem", afirmou.

Acadêmico de medicina, sargento da Costa é socorrista da viatura USA dos Bombeiros, que possui suporte médico para atendimento das ocorrências. Ele destacou que ocorrências desse tipo têm suas particularidades, por isso a importância do treinamento. "O start desconstrói um pouco de tudo aquilo que aprendemos no ambiente intra-hospitalar a vida toda, por isso que é preciso ser treinado e estimulado o tempo inteiro. Os Bombeiros estão sempre disponíveis, mas é um treinamento que poucas pessoas têm, então, a intenção de gerar esse caos é mostrar a importância de treinar, de sair de forma adequada e tratar as vítimas para que no local de uma ocorrência real a gente tente minimizar todos os danos", disse.

A estudante de curso técnico em Enfermagem Jéssica Cristina participou da simulação atuando como uma das vítimas. Para ela, a experiência foi extremamente válida. "Foi muito bom, aprendi demais. Com essa experiência, aprendizado e treinamento, espero ser uma profissional melhor. Pretendo ser, numa próxima vez, uma profissional no meio disso tudo e ser útil, ser boa", disse. Fazer o papel de vítima, segundo Jéssica, foi a parte mais difícil. "É muito complicado, porque a gente imagina a situação real. É agoniante".

Para a técnica em segurança do trabalho do Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmt) do HGG e uma das brigadistas, Ana Paula Figueiredo Costa, a simulação foi importante para aprimorar os conhecimentos da Brigada. "No geral o treinamento foi ótimo, pois o simulado vem para nos adequarmos a algumas situações no caso de emergência e combate a fogo. Tivemos algumas falhas, mas elas servem para aprimorar e melhorar nossos conhecimentos", destacou.

Simulação
Este é o terceiro ano que o HGG realiza um simulado contra incêndio. Em 2015, a ação aconteceu no quarto andar, com simulação de curto circuito na área assistencial onde funciona o serviço de Pulsoterapia e Diálise. No ano anterior, a atividade foi realizada no andar térreo e na área administrativa da unidade.

A Brigada do HGG é composta por mais de 240 colaboradores de todas as áreas e turnos. Além disso, é uma exigência da Organização Nacional de Acreditação (ONA), que prevê o atendimento aos requisitos básicos da qualidade na assistência prestada ao cliente, cujo princípio é a segurança.


Fonte: IDTECH





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