Hospital Alberto Rassi
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(18/10/2017) Saúde na Praça orienta sobre combate à obesidade

Evento realizado nesta terça-feira, 17 de outubro, pelo HGG, atendeu 312 pessoas que receberam orientações de médicos, nutricionistas, fisioterapeutas, equipe de enfermagem e psicólogos

O Hospital Alberto Rassi - HGG promoveu nesta terça-feira, 17 de outubro, mais uma edição do projeto Saúde na Praça, desta vez com o tema Dia Nacional de Prevenção à Obesidade, celebrado no último dia 11. A ação aberta ao público foi realizada na Praça Abrão Rassi, em frente ao HGG, das 7 às 16 horas, e atendeu 312 pessoas.

Durante todo o dia o público participou de um circuito de atividades relacionadas à prevenção da doença. Os participantes receberam orientações de todas as áreas envolvidas na prevenção da obesidade. Além da aferição de pressão arterial e taxa de glicemia, passaram pela equipe de enfermagem para medir a altura, o peso, a circunferência abdominal e calcular o Índice de Massa Corporal (IMC). Em seguida, as equipes de nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e de médicos orientavam sobre os cuidados que devem ser tomados na prevenção da obesidade.

Florianita Gomes da Silva, de 56 anos, acompanhava o esposo em uma consulta no HGG quando viu a estrutura montada na praça e decidiu participar. Pela primeira vez na ação, aprovou o circuito de atividades e orientações multiprofissionais. "Eu achei ótimo, maravilhoso! Tudo o que ouvi aqui hoje vou colocar em prática", disse. Edenia Pires do Prado, de 53 anos, é paciente do Programa de Combate e Controle da Obesidade (PCCO) do HGG e participou do evento nesta terça-feira. Ela já fez a cirurgia bariátrica e agora aguarda para fazer a cirurgia plástica. "Foi muito bom participar aqui hoje, principalmente para relembrar e reforçar as informações que recebo nas consultas", ressaltou.

A fisioterapeuta do HGG Luila Aluanda Santos Vieira de Farias explica que a obesidade é uma doença grave, que acomete pessoas de diferentes idades e classes sociais. Ela destaca ainda que o número de casos da doença vem subindo porque, cada vez mais, temos hábitos mais sedentários e, por isso, é importante investir na prevenção. "Prevenir é sempre a melhor opção, pois a obesidade atinge a parte cultural, social e até a família do paciente, pois limita as atividades sociais, funcionais e até emocionais da pessoa", disse.

Entre as orientações passadas aos participantes da ação, estão a atividade física por pelo menos 30 minutos três vezes por semana, aliada ao controle alimentar, para uma boa perda ponderal de peso. "Os hábitos de vida do obeso interferem na família, por isso é preciso quebrar esse ciclo vicioso com mudanças simples no dia a dia. Esse é o melhor caminho", explicou.

Obesidade no Brasil
De acordo com dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, uma em cada cinco pessoas no País está acima do peso. A prevalência da doença passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. A pesquisa é realizada em todas as capitais brasileiras entre fevereiro e dezembro de 2016 com 53,2 mil pessoas maiores de 18 anos.

O estudo mostra ainda que o crescimento da obesidade pode ter contribuído para o aumento dos casos de diabetes e hipertensão. Essas doenças crônicas não transmissíveis pioram a condição de vida. O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5%, em 2006, para 8,9%, em 2016. O de hipertensão, no mesmo período, saiu de 22,5% para 25,7%. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.


Fonte: IDTECH





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