Hospital Alberto Rassi
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(29/09/2017) Equipe da CIHDOTT faz blitz entre colaboradores sobre doação de órgãos

Ação faz parte das atividades do Setembro Verde e tem o objetivo de conscientizar colaboradores e aumentar a taxa de captação de córneas no HGG

Nesta terça-feira, 26 de setembro, a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital Alberto Rassi – HGG realizou blitz entre os colaboradores (equipes de enfermagem, médica, multiprofissional e administrativa). A ação, alusiva às atividades do Setembro Verde, tem como intuito a conscientização da doação de órgãos. A blitz foi realizada nos turnos matutino e vespertino e abordou os colaboradores em seus postos de trabalho com informações sobre o que impossibilita a doação.

O coordenador do CIHDOTT, o médico intensivista Marco Antônio Mendes Castilho Júnior, falou aos colaboradores sobre o perfil dos pacientes do HGG e sobre o grande potencial de doações de córnea, que não estão sendo realizadas. “Aqui no hospital atendemos uma população mais idosa, com poucos pacientes que evoluem e vão a óbito por morte encefálica, que, normalmente, são doadores de múltiplos órgãos. A maior parte dos nossos pacientes, quando falecem, podem ser doadores de córnea”, explicou.

Contudo, ele ressaltou que o preenchimento incorreto do atestado de óbito do paciente é um dos principais motivos para a não doação desses tecidos. “Quando é informado que o paciente faleceu por choque séptico como causa final, a Central de Transplantes subentende que esse paciente morreu de uma infecção não controlada, que é uma contraindicação formal para a captação de órgãos e tecidos, ao contrário da infecção controlada, em que o paciente está sob antibióticos e ele morre por outra causa, como um infarto ou uma embolia pulmonar. Sendo assim, uma infecção controlada, poderia haver a captação de órgãos ou tecidos”, esclareceu, ressaltando que o principal intuito da blitz é tentar aumentar a taxa de captação de córneas no HGG. “Estamos conversando, especialmente com os médicos, para tentar melhorar o fluxo, e eles entenderem os passos que devem ser feitos quando um possível doador se apresenta no plantão deles”.

A enfermeira da ala A da UTI, Cínthia Moraes de Oliveira, assistiu ao conteúdo e considerou extremamente válidas as informações. “Foi muito interessante. Foi bom para que nós nos conscientizemos sobre a importância dessa captação, se há um possível doador para que possamos estender essas vidas, ajudando a outras pessoas que precisam realmente de alguns órgãos, inclusive a córnea. A partir de agora vamos começar uma ação mais imediata para que tenhamos uma atenção maior com esses potenciais doadores”.

Entre os demais colaboradores dos setores administrativos da unidade, foi ressaltada a importância de todos, independente da idade, conversarem com seus familiares e deixarem claro o seu desejo de serem doadores de órgãos, pois uma fatalidade pode acontecer a qualquer momento. Participaram da atividade os integrantes da CIHDOTT/HGG, André Cândido (gerente do Serviço de Farmácia), Briane Lelis (gerente do Serviço de Diálise e Hemodiálise), Bruna Paixão (gerente do Laboratório), Fernanda Perim (secretária executiva), Fernanda Telles (psicóloga), Ivanice Vaz de Andrade Ramos (médica neurologista), Lana Castro (assistente social) e Paullyanne Lima (gerente de Enfermagem do CTI). Também contribuíram com a participação dessa atividade a gerente de Educação Continuada, Fabrícia Cândida, e a gerente de Enfermagem da Clínica Médica, Lélia Leal.


Fonte: IDTECH





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