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(21/09/2017) Palestra lembra Dia do Portador de marcapasso e esclarece mitos sobre o uso do aparelho

Cardiologista fala do dispositivo que controla o ritmo cardíaco e tirará dúvidas de pacientes sobre a rotina de quem usa marcapasso

Neste sábado, dia 23 de setembro, é celebrado o Dia do Portador de marcapasso, dispositivo criado em 1956 que controla o ritmo cardíaco lento, já que corrige a falta de impulsos ao emitir sinais elétricos quando o coração perde o ritmo. Na prática, o marcapasso é uma pequena caixa metálica que contém circuitos eletrônicos e uma bateria, que monitora o coração continuamente, através de um ou dois cabos-eletrodos que são ligados diretamente a uma ou mais veias, ficando logo abaixo da pele do tórax, entre a gordura e o músculo peitoral.

Para esclarecer algumas dúvidas comuns, explicar sobre o funcionamento e a importância do aparelho e rotina de quem usa marcapasso, o chefe do Serviço de Cardiologia do HGG, Antônio Malan, ministra nesta sexta-feira, 22 de setembro, palestra sobre o tema para pacientes e acompanhantes do Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do HGG. O especialista esclarecerá que existem muitos mitos com relação ao marcapasso e que as pessoas não devem desesperar se precisar utilizar. “Muitos pacientes têm receio de contato com objetos elétricos ou eletrônicos, como tomadas, geladeiras, fogões. O cuidado que se deve ter é para evitar o choque elétrico, que todos nós devemos ter, independente de ter ou não marcapasso”, afirmou.

“A função do marcapasso é fazer com que o coração bata na frequência correta em pacientes com baixa freqüência cardíaca. Ele atua também naqueles que possuem insuficiência cardíaca e na prevenção e tratamento das arritmias graves”, explica o cardiologista Antônio Malan. O procedimento de implante do marca-passo é normalmente rápido, realizada com anestesia local, e a maioria das pessoas recebe alta em 24 horas. Após o implante, o dispositivo pode ser notado como um pequeno volume debaixo da pele onde houve a implantação, já os cabos-eletrodos são bem finos e não são visíveis.

Apesar do portador de marcapasso poder ter uma vida normal, não sendo impedimento a realização de nenhuma atividade física, salvo as que tragam risco de trauma ou impacto no local do gerador, normalmente pacientes e familiares têm dúvidas sobre essa e outras questões rotineiras. Entre elas, sobre a duração da bateria, utilização do celular, sobre a passagem em bancos e raios-x, a proximidade com o micro-ondas e exercícios físicos permitidos e proibidos aos portadores de marcapasso.


Fonte: IDTECH





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