Hospital Alberto Rassi
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(19/09/2017) UTI Cênica e palestras com profissionais do HGG chamam a atenção de congressistas no CIOGO

Visitantes mostraram interesse em conhecer a estrutura de terapia intensiva e lotaram as minipalestras sobre odontologia hospitalar

Por mais um ano, o Hospital Alberto Rassi – HGG levou para o Congresso Internacional de Odontologia de Goiás (CIOGO) uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) cênica e atraiu a atenção e a curiosidade de congressistas e visitantes do evento, que aconteceu no Centro de Convenções de Goiânia de 13 a 16 de setembro. A ação foi uma parceria com a Sociedade de Terapia Intensiva do Estado de Goiás (Sotiego) e a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).

Montada em um estande, a estrutura teve como objetivo mostrar como é uma UTI, sua monitorização, os tipos de equipamentos existentes lá dentro, além de esclarecer aos cirurgiões-dentistas sobre a atuação e a importância do profissional de odontologia no âmbito hospitalar, explica a gerente de Educação Continuada, Fabrícia Cândida. “Percebemos que a maioria dos profissionais tem uma percepção somente de consultório, sem conhecer a importância do cirurgião-dentista e a sua atuação na unidade hospitalar, assim como a de outros profissionais. Hoje, atua na UTI uma equipe formada por médicos intensivistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, odontólogos, terapeutas ocupacionais, enfermeiros e assistentes sociais de forma multidisciplinar”, pontuou, completando que muitos veem a UTI como um lugar de morte. “Nosso papel aqui também é desmistificar isso, mostrando que a terapia intensiva é um lugar de vida”.

Em uma sala montada anexa ao estande da UTI Cênica, profissionais do HGG e convidados ministraram minipalestras sobre odontologia hospitalar, que ficaram lotadas. Entre os conteúdos, as ‘Repercussões das infecções odontogênicas na geriatria’, apresentado pela coordenadora do Núcleo de Apoio ao Paciente Paliativo (NAPP) do HGG, a geriatra Ana Maria Porto Carvas. “Trouxemos as manifestações atípicas das infecções que ocorrem nos pacientes idosos. Muitas vezes, esse idoso vai apresentar inquietude, alteração de comportamentos e, em alguns casos, não apresenta febre, mas tem uma infecção na cavidade oral que pode repercutir com uma infecção grave como uma sepse, uma pneumonia e uma endocardite. Cerca de 30% das infecções graves cursam sem febre em muitas vezes, esse paciente geriátrico deixa de ser atendido precocemente e acaba evoluindo para algo mais grave”, alertou a geriatra.

Fabrícia avaliou como muito positiva a participação no evento devido ao grande número de visitantes impressionados com a estrutura, interessados nas informações repassadas e no conteúdo das palestras. “Vimos muito interesse por parte dos profissionais sobre a infecção de foco bucal na parte intra-hospitalar, dos cuidados com a boca, da higienização oral e do quanto ela é benéfica para a melhoria desse paciente, não apenas na terapia intensiva, mas de um modo geral no ambiente hospitalar. Aparelhos ortodônticos, próteses, aftas e lesões bucais, às vezes, não são visualizadas pela equipe de enfermagem e outros profissionais que atuam dentro das UTIs, por isso a importância do cirurgião-dentista para uma avaliação mais adequada, já que o paciente pode necessitar de uma intervenção cirúrgica, como uma extração ou outro procedimento mais invasivo que deve ser feito por esse profissional”, pontuou.




Fonte: IDTECH





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