Hospital Alberto Rassi
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(21/08/2017) Representantes do HGG participam de audiência pública

Evento na Assembleia Legislativa ocorreu no dia 17 de agosto e tratou sobre a divulgação das listas de pacientes que aguardam por procedimentos no SUS

Na última quinta-feira, dia 17 de agosto, diretores e assessores do Hospital Alberto Rassi - HGG participaram de audiência pública na Assembleia Legislativa que trata sobre a Lei 19.792 que promove a transparência em relação à demanda do Sistema Único de Saúde (SUS). Representaram o HGG: o diretor Geral, José Cláudio Romero; o diretor Técnico, Rafael Nakamura; o assessor de Tecnologia da Informação, Adonai Andrade; e a gerente da Central Humanizada de Internação, Lorena Flores.

Estiveram presentes compondo a mesa de debate, além do deputado propositor da Lei e da audiência, Francisco Jr, também o superintende de Acesso a Serviços Hospitalares e Ambulatoriais da Secretaria de Saúde, Cleudes Baré; o coordenador do Centro de Apoio Operacional da Saúde, promotor Eduardo Silva Prego; o presidente da Associação dos Hospitais de Goiás, Fernando Honorato; e representando todos os prefeitos presentes, o prefeito do município de São Miguel do Araguaia, Nélio Pontes da Cunha.

Francisco Jr explicou que a lei da transparência nas filas não busca deixar apenas claro a posição dos pacientes, mas também busca o fim das filas. “Precisamos investir bem os recursos e fazer isso de forma muito ordenada, distribuindo bem a atenção. A divisão é tripartite e precisamos dividir bem cada atribuição para que os gestores busquem acabar com as filas”, ressaltou o deputado.

Em seguida, o superintendente de Acesso a Serviços Hospitalares e Ambulatoriais da Secretaria de Saúde (SES), Cleudes Baré, tratou sobre a necessidade da ampliação dessa lei que é “um marco na saúde de Goiás”.

De acordo com ele, haverá um respaldo maior para conhecer e atender as necessidades do Estado na área da saúde. “Vamos ter mais mobilidade para garantir o acesso a todos os usuários do SUS. Esse serviço tem avançado muito, percebemos que nos dias de hoje, onde a informação é democrática e acessível, nós não podemos conviver com essa modernidade da tecnologia da informação sem isso. É preciso ter integralidade entre saúde e tecnologia”, reforçou.

Na oportunidade, o promotor Eduardo Silva Prego, coordenador do Centro de Apoio Operacional da Saúde, afirmou que o Ministério Público já está disposto a participar da fiscalização, discussão e aplicabilidade da lei. “É importante saber onde e como os recursos públicos serão aplicados”, disse.

O promotor ainda ressaltou a importância de se analisar corretamente o que cada paciente precisa e dessa forma encaminhar o paciente para unidades que podem atendê-los. “Não basta evidenciar qual é a lista e qual é a posição das pessoas, temos que identificar quais são as unidades que prestam esse serviço para podermos acabar com as filas”, salientou.




Fonte: IDTECH





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