Hospital Alberto Rassi
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(19/06/2017) Palestra alerta pacientes sobre a importância da doação de sangue

No dia 14 de junho, Dia Mundial do Doador de Sangue, enfermeira do Hemocentro falou sobre a importância da doação de sangue, esclarecendo ainda mitos e dúvidas dos pacientes que aguardavam consulta no HGG

Junho, oficialmente conhecido como o mês dos namorados e das festas juninas, há três anos também passou a ser o mês da doação de sangue, ganhando o nome de Junho Vermelho. A escolha não foi por acaso, já que em 14 de junho celebra-se o Dia Mundial do Doador de Sangue, data instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2004. Sabendo disto, nesta quarta-feira, 14 de junho, o Hospital Alberto Rassi - HGG, em parceria com o Hemocentro, promoveu a palestra Doação de Sangue: mitos e verdades, ministrada pela enfermeira Keila Fábia Guilarlucci Ribeiro, no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA) do HGG.

A enfermeira falou sobre a importância da doação para salvar vidas, explicando que uma bolsa pode salvar até três pacientes. Detalhou ainda as quatro etapas da doação de sangue, que incluem a chegada com um documento, a pré-triagem – medição de pressão, temperatura e verificação se há anemia -, entrevista e a coleta.

Ressaltou que doar sangue não dói, um medo da maioria das pessoas por falta de informação, e sobre os pré-requisitos para ser um doador, como ter mais de 50 quilos, ter entre 16 e 69 anos e não ter feito tatuagem, pigmentação de sobrancelhas ou colocação de piercing nos últimos quatro meses, entre outros.

Outra informação importante dada pela profissional foi sobre o cadastro no banco de doadores de medula, que pode ocorrer no ato da doação de sangue informando a vontade de ser doador. A partir daí, a pessoa entra em um cadastro nacional e, caso haja um paciente compatível, o transplante será realizado, sendo que o mesmo também não causa dor ao doador.

Aguardando uma consulta, Cleiton de Castro Sales, de 27 anos, achou interessante a palestra e aproveitou para tirar a dúvida se pessoas que tomam remédios controlados também podem doar. “Eu nunca doei sangue, mas tenho vontade de doar. Uma prima tinha me dito que como eu tomo remédios eu não poderia, ou deveria ficar dois dias sem tomar para doar, mas agora já sei que talvez eu possa”, contou o rapaz.

“Esse trabalho que fazemos de conscientização com palestras, levando o ônibus para coleta em empresas e locais são muito importantes, pois conseguimos um aumento nas doações, que não é o ideal, mas já é alguma coisa”, explicou a enfermeira. A doação se torna ainda mais importante nesta época por se tratar do início do inverno e a chegada de frentes frias que baixam a temperatura em diversas regiões, e por compreender as férias. “Nesta época há uma menor incidência de doações, fazendo com que o estoque do Hemocentro fique muito abaixo da média”, pontuou Keila.


Fonte: IDTECH





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