Hospital Alberto Rassi
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(08/05/2017) Representantes do MP e OAB visitam presos internados no HGG

Hospital Alberto Rassi – HGG deu início à segunda etapa de cirurgias eletivas para a população carcerária. Nesta segunda-feira, dia 08 de maio, juristas conheceram o trabalho de perto

O promotor de Execução Penal do Ministério Público de Goiás, Marcelo Celestino, e a advogada integrante da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO), Maria de Lourdes Silva, visitaram nesta terça-feira, dia 08 de maio, os presos internados no Hospital Alberto Rassi – HGG. A unidade hospitalar deu início à segunda etapa de cirurgias eletivas para a população carcerária.

A primeira etapa aconteceu em 2015, quando o Hospital atendeu 104 presos do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, principalmente nas especialidades de cirurgia geral, coloproctologia e urologia. Em 2017, também serão atendidos presos de outras unidades prisionais do Estado e também as mulheres da Penitenciária Consuelo Nasser.

De acordo com o promotor Marcelo Celestino, a expectativa inicial é de atender 50 presos, mas ainda está acontecendo o levantamento das demandas nas outras unidades prisionais. Ele defende que a saúde do Complexo Prisional seja gerida por uma Organização Social. “Nós temos uma Política Integral de Saúde, mas o Estado não está tendo condições de cumprir. O governador já autorizou e temos parecer favorável da Controladoria Geral e da Secretaria de Estado da Saúde para que a organização social gestora do HGG seja responsável por esta área”, explicou.

A representante da OAB, Maria de Lourdes Silva, afirmou que o atendimento aos presos acontece em momento oportuno. “A situação no presídio é caótica. A Comissão de Direitos Humanos faz parte do monitoramento da saúde dos presos, realizamos uma triagem e sabemos da situação de cada um. O atendimento no HGG está sendo maravilhoso, realizado de forma humanitária, e esta parceria com o Ministério Público só vem para contribuir”, destacou.

Os juristas conversaram com os presos para saber a opinião deles sobre o atendimento. Um deles, que está preso há quase dois anos, contou que aguardava a cerca de oito meses pela cirurgia de vesícula. “Estou sendo bem atendido. Fui internado na sexta e minha cirurgia está marcada para hoje [segunda-feira]. Aqui tenho todas as refeições”, disse.

O HGG disponibilizou quatro leitos a mais do que já existem para as internações dos presos, não atrapalhando o fluxo normal de atendimentos aos demais usuários do SUS. Para evitar deslocamentos, os exames de pré-operatório são realizados no próprio hospital e assim como todo o preparo cirúrgico. A segurança é garantida por uma escolta penitenciária 24 horas e os presos não têm direito à visita.


Fonte: IDTECH





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