Hospital Alberto Rassi
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(05/05/2017) Maio Amarelo: pacientes interagem em palestra promovida pelo HGG

Fisioterapeutas do HGG falaram sobre o tema “Evite Acidentes- Fisioterapia e prevenção de acidentes no trânsito” nesta quarta-feira, 03 de maio, no ambulatório da unidade

Aderindo à causa da campanha Maio Amarelo – que tem objetivo de debater sobre os riscos do comportamento de cada cidadão, dentro de seus deslocamentos no trânsito - o Hospital Alberto Rassi promoveu nesta quarta-feira, 03 de maio, a palestra “Evite Acidentes- Fisioterapia e prevenção de acidentes no trânsito” no Ambulatório de Medicina Avançada (AMA), com a gerente de fisioterapia da unidade, Joana Angélica França, e a residente Nádia Franciele.

Joana iniciou o encontro ressaltando a importância do cidadão adotar as medidas preventivas no trânsito para evitar maiores sofrimentos. “Não queremos enquanto fisioterapeutas sermos procurados para auxiliar na recuperação de acidentes. Queremos que as pessoas se previnam e por isso estamos aqui hoje”, pontuou.

Para reforçar este posicionamento do Maio Amarelo, Nádia disse ressaltou que em caso de acidente, as menores sequelas são fraturas e ainda assim, a recuperação é complicada. “O Brasil é o quarto país em número de mortes no trânsito no mundo inteiro. Estes acidentes trazem gastos para a saúde pública e a gente vê que a maioria destes acidentes são evitáveis”, destacou.

Embora a campanha vise a prevenção, Joana destacou a importância da fisioterapia na recuperação dos acidentados no trânsito. “Boa parte destes pacientes fica com vários graus de comprometimento físico: de simples faturas, até sequelas neurológicas para o resto da vida. Então, a fisioterapia vai agir em todos estes graus. O tempo gasto para reabilitação destes pacientes é muito longo na maioria das vezes”, ressaltou.

Interação

Durante a palestra muitas pessoas fizeram questão de exemplificarem o tema com exemplos pessoais. Foi o caso da aposentada, de 78 anos, Adalgisa Maria de Souza. Ela contou que o filho se acidentou, mas não quis seguir o tratamento. “Ele bebeu, bateu a moto e o capacete não funcionou e por isso, ele machucou bastante a cabeça. No entanto, não quis fazer o tratamento direito e ficou com sequelas com apenas 42 anos de idade”, contou lamentando.

Assim como a aposentada, a doméstica Zumira Souza, de 35 anos, também compartilhou o exemplo de casa deixando um conselho a todos. “Meu marido adora beber e por isso, já sofreu um acidente embriagado. Nós sofremos muito, porque eu precisava cuidar dele e também estava doente. Hoje, digo para ele que prefiro que ele durma fora de casa em segurança, do que volte correndo perigo no trânsito”, reforçou.


Fonte: IDTECH





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