Hospital Alberto Rassi
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(05/04/2019) HGG comemora um ano sem infecção no Centro de Terapia Intensiva

Infecção de corrente sanguínea associada ao CVC ocorre quando o dispositivo colocado no paciente através de um pequeno procedimento cirúrgico, para infusão de medicamentos, se contamina e traz prejuízos

Na quarta-feira, 20 de março, o Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Estadual Alberto Rassi – HGG atingiu a marca de 365 dias sem infecção de corrente sanguínea associada ao cateter venoso central (CVC). O diretor técnico da unidade, Durval Pedroso, comemora o índice atingido pelo hospital e destaca que ele reflete a qualidade do serviço oferecido.

A infecção de corrente sanguínea associada ao CVC ocorre quando o dispositivo colocado no paciente através de um pequeno procedimento cirúrgico, para infusão de medicamentos, se contamina. “Hoje está provado que as infecções relacionadas ao uso do dispositivo são reflexos de má prática médica, de cuidados inadequados, seja com curativo, com cuidados de técnica de inserção, de manutenção do cateter ou a não retirada ou uso por tempo prolongado e desnecessário”.

Para conseguir zerar esse tipo de infecção, o HGG trabalha com o Ciclo de Bundles, que é um conjunto pequeno e simples de práticas baseadas em evidências, que quando executadas por toda a equipe de saúde, melhora os resultados para os pacientes. “Além das checagens, o HGG fortalece a inserção guiada por ultrassom para diminuir a necessidade de punções e os cuidados com curativo, manutenção, e a retirada precoce. Com isso, evita-se que o paciente tenha algum problema”, explicou Durval.

Proadi
Um dos objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde - SUS (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde, é orientar quanto as práticas e intervenções capazes de medir a melhoria contínua dos processos de trabalho da equipe, com o intuito de reduzir em 50% as infecções da corrente sanguínea associadas ao uso de Cateter Venoso Central (CVC).

De acordo com Durval, apesar de o HGG estar inserido no Proadi-SUS, o hospital já praticava essa politica de realizar a checagem e o controle do cateter. “O Programa veio como um projeto paralelo a esse cuidado assistencial que o hospital sempre teve. Aqui os colaboradores recebem treinamentos contínuos, que incluem desde o médico que faz a inserção do cateter, o enfermeiro que faz os curativos e a manutenção até a pessoa que manipula esses cateteres. Existem oficinas práticas rotineiras a beira leito, e também os demonstrativos mensais de avaliação dos cuidados para gerar as ações”, finalizou.


Fonte: IDTECH





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