Hospital Alberto Rassi
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Avanços







Nova Central de Material Esterilizado (CME)

Localizada no 3º andar, o setor possui 308 metros quadrados e moderna estrutura, que garante maior segurança e controle na esterilização de materiais, além de totalmente adequada às normas e padrões da Vigilância Sanitária, atendendo às resoluções da RDC 15 e RDC 50.

Foram disponibilizados três novos aparelhos de autoclaves elétricas a vapor, cada uma com a capacidade de 500 litros, um steamer, três túneis de secagem e uma lavadora ultrassônica, que se somaram aos equipamentos que já pertenciam à antiga CME, o que ampliou a capacidade de produção do hospital.

Além das autoclaves a CME recebeu ainda uma termodesinfectora, que realiza a lavagem, o enxague, a desinfecção térmica e secagem automática de instrumentos e utensílios hospitalares e que antes eram feitos manualmente. Uma central de ar condicionado também foi instalada e todos os instrumentais foram marcados para receber o sistema de rastreabilidade eletrônico, que garante um controle maior do processo evitando também perdas e extravios.






Auditório dr. Luiz Rassi

O Auditório Dr. Luiz Rassi leva o nome do cirurgião geral que, junto com o irmão Alberto Rassi, idealizou e fundou o Hospital Estadual Alberto Rassi - HGG há cerca de 60 anos. Com capacidade para 120 pessoas, adaptação para pessoas obesas e com deficiência, o auditório conta com uma moderna aparelhagem de som e acústica.






Unidade Coletora de Sangue

O espaço conta salas de triagem, coleta e local para lanches dos doadores e sala de recuperação, além de área técnica com laboratório de análise. Um braço da Hemorrede, a unidade proporciona comodidade e agilidade aos familiares e acompanhantes que estiverem visitando um paciente e desejarem doar, podendo realizar o ato no próprio hospital. O HGG recebe um grande fluxo de pacientes de interior que têm sua possibilidade de locomoção reduzida, o que também facilita a concretização da intenção de doação. A Unidade Coletora de Sangue está localizada no jardim externo, em frente à portaria da avenida Anhanguera.






Unidade de Reabilitação Cardíaca

A estrutura inclui uma unidade de reabilitação cardíaca e de fisioterapia, que conta com esteiras ergométricas, bicicletas estáticas, simuladores de caminhadas, pesos, steps entre outros equipamentos, além de salas para realização de ecocardiograma, ergometria e ergoespirometria. O HGG é atualmente o único hospital público em Goiás que oferece esse exame.

Além dos pacientes cardíacos, a unidade também é utilizada pelos pacientes de outras especialidades que estão em tratamento com a fisioterapia. Para a criação do serviço foram investidos cerca de R$ 700 mil, entre reforma, aquisição de equipamentos e estruturação da equipe.







Ambulatório de Medicina Avançada - AMA

Antes, a rotina de pacientes, acompanhantes e visitantes que iam até o Ambulatório do HGG era sofrida. O local, com pouca climatização e assentos, deixava a espera por consultas e exames ainda mais angustiante. Mas toda essa situação teve fim no dia 23 de junho, quando foi inaugurado do Ambulatório de Medicina Avançada – AMA.

Para o conforto, o sistema de ar condicionado central atende a reivindicação dos usuários, que reclamavam muito do calor. O número de cadeiras para a espera foi ampliado. O acesso dos usuários é feito por dois elevadores adaptados para pessoas com necessidades especiais. Na recepção, os usuários são atendidos inicialmente por agentes “Conte Comigo”. Os guichês de confirmação de consultas são humanizados e o usuário pode falar com o atendente sentado, sem nenhuma barreira de vidro. Obras de arte também fazem parte do novo local. As cores adotadas pela arquiteta Tereza Cristina Del Papa, responsável pela obra, também vai ao encontro da proposta de humanização.






Novo CTI

O CTI é um dos locais do hospital que mais depende de tecnologia, além do corpo clínico, para o correto tratamento dos pacientes. É lá que estão os casos de maior complexidade e gravidade. Para se adequar à reforma arquitetônica e às mudanças nos processos, o CTI conta com os mesmos aparelhos utilizados em grandes hospitais, como o Albert Einstein e o Sírio-Libanês, em São Paulo, para os 29 novos leitos criados.

Os familiares agora, podem visitar os pacientes num ambiente mais acolhedor. A decoração, com elementos artísticos e coloridos, quebra o clima de frieza e extrema sobriedade do local. Os ambientes claros auxiliam na recuperação e os leitos terão iluminação própria, aparelhos de TV.

O CTI do HGG conta ainda com programas sistemáticos de fisioterapia, psicologia e fonoaudiologia e com um serviço de enfermagem que faz dele referência no tratamento multiprofissional.






Central Humanizada de Internação (CHI)

A Central Humanizada de Internação (CHI), uma ação inédita nos hospitais goianos, tem como objetivo acolher os pacientes de forma integral e com mais conforto. A área, antes tomada por milhares de prontuários antigos, passou a ser dedicada tão somente para os pacientes em processo de internação. Eles aguardam sentados, em ambiente climatizado e com televisão, aguardando sua vez de apresentar a documentação, conhecer as regras do hospital e deixar seus pertences em segurança em um guarda-volumes.






Enfermaria modelo

Um novo padrão de enfermarias acessíveis e inteligentes está sendo adotado no Hospital Alberto Rassi - HGG. Projetada para a adequação de todos os espaços de internação, esta enfermaria modelo de acessibilidade conta com banheiros adaptados e versáteis. As instalações dispõem de rampas e portas mais largas, que permitem a passagem de cadeiras de rodas e de banho. Além disso, foram pensadas para permitir o uso simultâneo do sanitário, chuveiro e pia, pois os ambientes são separados.






Enxoval

O enxoval do Hospital Alberto Rassi – HGG foi 100% renovado e com um componente a mais, que figurou na lista de itens de rouparia do Hospital uma única vez, em 2006: toalhas de banho. As 1,2 mil peças foram incluídas no conjunto, o que totaliza mais de 15 mil unidades. Foram adquiridos capotes, unissex, lençóis para maca, oleados, fronhas, mil lençóis para camas, colchas, camisolas e conjuntos de pijama.

O novo enxoval contribuiu para dar mais conforto aos pacientes e garantir condições ao funcionamento do hospital e a qualidade do atendimento prestado, com redução de índices de infecção hospitalar.






Lavanderia automatizada

Para manter o padrão de qualidade da higienização, o processo de lavagem das roupas no Hospital Alberto Rassi - HGG conta com um diferencial: todos os equipamentos passaram por manutenção e a dosagem de sabão, desinfetante e amaciante foi automatizada. Também foram revistos o tempo de lavagem e a metodologia de coleta da roupa suja, que agora é transportada em sacos próprios e carrinhos fechados, chegando a lavanderia por um elevador especial, o monta-carga, reformado na atual gestão.

Em 2014, foi adquirida uma nova calandra para a área, pois a antiga estava sucateada.






Hotelaria

O Hospital Alberto Rassi – HGG foi buscar a experiência de uma profissional formada em hotelaria hospitalar para rever os fluxos de higienização e distribuição de roupas. Foi pioneiro na contratação do gênero entre os hospitais públicos estaduais. Além do cuidado no cumprimento das normas sanitárias, lençóis, camisolas e pijamas passaram a ser distribuídos em embalagens plásticas individuais seladas, esterilizados e perfumados, o que humanizou o tratamento ao paciente. O trabalho é executado por camareiros hospitalares. A troca dos lençóis fica sob a responsabilidade da equipe de enfermagem.






Reforma do prédio

Patrimônio da Saúde Pública no Estado, o Hospital Alberto Rassi – HGG teve resgatada a sua aparência original. Em outubro de 2012, foi iniciada a reforma da estrutura externa do Hospital. Além do reparo da estrutura de aço e concreto, dois mil metros quadrados de brises, que protegem as janelas da luz do sol, foram retirados e pintados. Foi instalado também um sistema de iluminação na fachada, que utiliza lâmpadas de LED, que gastam menos energia e são mais sustentáveis e permitem a utilização de várias cores diferentes. Inaugurado em 29 de dezembro 1959, entregue ao Estado em 15 de outubro de 1964, o HGG passou pela última grande reforma em 1998.






Nova caldeira

Até o final de 2012, o Hospital Alberto Rassi – HGG viveu em constante conflito com a sua vizinhança, no Setor Oeste, por causa de suas duas caldeiras a diesel. Por conta da fumaça e da fuligem espalhadas em torno da unidade de saúde, o Estado chegou a ser multado.

No dia 28 de agosto, em uma operação delicada, que envolveu 15 homens e um guindaste, o equipamento foi substituído por outro, movido a gás liquefeito de pretóleo (GLP), considerado mais adequado durante a Conferência Rio + 20 e também recomendado pelos órgãos ambientais. A segunda caldeira permaneceu no hospital, mas foi convertida para uso do gás.






Hospital sem papel

O objetivo é automatização completa: dados à mão com um clique, prontuários eletrônicos, controle em tempo real de estoques, acesso à informação por dispositivos móveis em fração de segundos. Para a aplicabilidade do projeto foram adquiridos 90 computadores, 7 servidores e um no-break. Também foram instalados 1.206 novos pontos elétricos, lógicos e telefônicos, bem como cabeamento de fibra ótica. A qualidade do atendimento dos pacientes é aferida por meio de pesquisa totalmente eletrônica feita à beira do leito com uso de tablets. Os resultados estão disponíveis em tempo real para os coordenadores do Idtech e a direção do Hospital. O sistema foi premiado pelo Ministério da Saúde em 2014.






Portaria informatizada

Desde 4 de janeiro de 2012, a portaria principal está informatizada. A instalação de computadores, webcams e do sistema para controle de entradas e saídas de visitantes fornecedores e prestadores de serviço aumentou a segurança dos pacientes e reduziu o tempo de espera nas filas para as visitas. Também já foram instalados painéis e totens digitalizados de senhas no ambulatório e a segurança de todo o Hospital passou a ser garantida por um circuito fechado de TV (CFTV).






Novas rampas

Para garantir a segurança dos pacientes e acompanhantes que transitam pelo hospital, principalmente aqueles com dificuldade de locomoção, o Hospital Alberto Rassi adequou rampas e escadas. Na rampa de acesso aos pavimentos, o Idtech instalou um piso ecológico antiderrapante e amortecedor feio de grânulos de pneus usados, que garante melhor transporte das macas.






Novos geradores

Em junho de 2013, o Hospital instalou dois novos geradores para atender todas as alas da unidade de saúde, incluindo a ampliação dos leitos do novo Centro de Tratamento Intensivo (CTI). A operação chamou a atenção de pacientes e acompanhantes, além de moradores das redondezas, ao utilizar um guindaste com braço de 62 metros para içar os equipamentos por cima do prédio. Os novos geradores têm capacidade de abastecer o hospital com autonomia de, no mínimo, 80 horas seguidas, em caso de falta de energia.Também foram adquiridos novos nobreaks no CTI para que a oscilação na rede elétrica não prejudique o funcionamento dos aparelhos.






Estoque

Se antes o estoque contemplava em torno de 20% dos itens necessários ao funcionamento do hospital, hoje ele ocupa, além da área já destinada, mais quatro salas do hospital. São mais de 800 produtos padronizados entre a farmácia, almoxarifado, centro-cirúrgico e odontologia.

O hospital tem um planejamento mensal de compras de medicamentos e, caso haja necessidade de produtos específicos, o Idtech tem facilidade em adquiri-los em até 24 horas por meio das plataformas eletrônicas de compras. Desde de que começaram a ser utilizadas, ela têm viabilizado compras com economia de mais de 70%, dependendo do item, de 13 mil fornecedores em todo o País.






Identificação em braile

Todos os corrimãos do Hospital Alberto Rassi - HGG receberam placas metálicas com identificação em braile para orientar pessoas com deficiência visual dentro da unidade. Esta é mais uma medida adotada pelo Idtech para tornar o hospital plenamente acessível. As placas foram instaladas no início e no final de cada corrimão, informando o andar em que a pessoa se encontra.






Centrais de ar medicinal e de vácuo

O Hospital Alberto Rassi – HGG, para atender sua ampliação e reforma do Centro de Terapia Intensiva e outras áreas, investiu cerca de R$ 123 mil para o novo sistema Ar Medicinal e de Vácuo Clínico. O investimento tem como principal objetivo a maior eficácia, segurança e qualidade ao atendimento de pacientes graves. Tanto a Central de Ar Medicinal quanto a Central de Vácuo Clínico estão em funcionamento pleno.






Digitalização de prontuários

Projeto cobrado desde 2003, a informatização do Serviço de Arquivo Médico (Same) do Hospital Alberto Rassi – HGG virou realidade apenas seis meses depois de o Hospital ter sua gestão transferida para o Idtech. Uma equipe de digitadores e profissionais de suporte da empresa Arquivo Off , contratada pelo Instituto para a realização do serviço, trabalhou na separação, organização, acondicionamento e preparação dos prontuários para a digitalização. A migração do arquivo para o meio eletrônico, esperada há quase uma década em função da saturação do espaço físico do serviço, que abrigava mais de 400 mil documentos, fez parte do Projeto Hospital Sem Papel.






Reforma do abrigo de resíduos

O Hospital Alberto Rassi – HGG priorizou em sua nova gestão o cuidado com o lixo hospitalar. Os abrigos já existentes foram todos reformados e adequados para facilitar a limpeza. Também foram construídas duas novas áreas para o depósito de resíduos recicláveis e químicos. Todos os abrigos foram devidamente identificados. Além disso, o trajeto do lixo foi alterado. Antes da gestão do Idtech, o transporte do lixo era feito pela calçada do hospital. Agora, com a construção de uma rampa de acesso, o mesmo é feito por dentro da unidade, evitando o contato externo. Também para facilitar a coleta destes resíduos, a calçada foi adaptada para que o caminhão pudesse se aproximar melhor do abrigo, evitando transtornos e desorganização.






Engenharia clínica

Com a gestão do Idtech, o Hospital Alberto Rassi – HGG passou a contar com um departamento de engenharia clínica, responsável pela gestão e melhoria na utilização de equipamentos e instrumentos hospitalares. O objetivo é o bem estar e a segurança do paciente, com redução de custos para a unidade. Esse salto de qualidade garantiu redução de custos e mais eficiência nos procedimentos. Todos os equipamentos são rastreados por esta área, que conta com um programa informatizado para o controle dos instrumentais.






Hemodiálise

A sala de Hemodiálise do Hospital Alberto Rassi – HGG passou por uma reforma e ganhou oito novas máquinas e cadeiras. Com o objetivo de oferecer mais conforto aos pacientes que precisam deste procedimento demorado e rotineiro, também foram adquiridos dois televisores para a distração. O Centro de Terapia Intensiva também passou a contar com mais máquinas para a filtragem do sangue de pacientes graves.

Fonte: IDTECH / HGG





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