Hospital Alberto Rassi
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Acreditação Nível 3

Acreditação Hospitalar Nível 3



Ações Desenvolvidas e/ou otimizadas - Acreditado com Excelência


1. Implantação do Escritório da Qualidade;

2. Implantação de painel Gestão a vista com identificação e classificação dos riscos, implementação e acompanhamento das barreiras de segurança definidas, principais processos desenhados e dos protocolos implantados;

3. Melhoria mapeamento e análise de processos e indicadores de processos, subdividindo-os em indicadores de resultado, de processos, estratégicos e estrutura, incluindo indicadores dos Protocolos gerenciados tanto clínico como os protocolos institucionais, todos com gráficos, coleta de dados, análise crítica e a aplicação do ciclo PDCA;

4. Melhoria nos registros e acompanhamento das interações de processos entre os setores, por meio do monitoramento do Escritório da Qualidade;

5. Estruturação de metodologia para gestão de documentos com padronização e controle dos mesmos definidos no Manual da Qualidade;

6. Estruturação de sistemática para avaliação do corpo clínico;

7. Definição e implantação de plano de ação específico para as não conformidades focadas nas especialidades;

8. Acompanhamento e Gerenciamento dos protocolos multiprofissionais;

9. Avanço na implantação do Prontuário e certificação eletrônica em todo o hospital garantindo maior segurança nos processos voltados para a assistência ao paciente e comunicação entre os profissionais multidisciplinares;

10. Disseminação dos conceitos de incidência, ocorrência e eventos adversos por meio do Núcleo de Segurança do Paciente, em conformidade com o sistema de notificação, promovendo ações de incentivo às notificações de eventos na instituição;

11. Fortalecimento das ações das Comissões Intra-hospitalares;

12. Desenvolvimento do Plano de Custos Hospitalares e acompanhado por meio do painel Gestão a vista;

13. Desenvolvimento de ações de divulgação dos dados de produção e de qualidade aos profissionais assistenciais atualizados mensamente no painel de Gestão a vista;

14. Desenvolvimento de reuniões semanais da Alta Direção do hospital e convidados;

15. Acompanhamento das metas junto aos setores através do Planejamento estratégico;

16. Desenvolvimento de ações de orientação, reforço e auditoria dos Protocolos de Segurança do paciente;

17. Fortalecimento do protocolo de transporte institucional e movimentação segura dos pacientes assistidos na unidade;

18. Promoção de discussão multiprofissional dos casos clínicos e desenvolvimento de Planos terapêuticos semanalmente;

19. Gerenciamento dos leitos da unidade, com o acompanhamento dos tempos de permanência e estabelecimento de planos de cuidado voltados para agilizar a desospitalização dos pacientes.

Pontos fortes:

• Reunião semanal da alta direção para alinhamento do planejamento estratégico – “Roda de Conversa”;

• Ações de humanização disseminadas pela organização (“Sarau do HGG”, “Dose de Letras“, “Semana do Riso“);

• Eventos de promoção à saúde através de ações sociais – Palestras para comunidade no Dia Mundial do Rim, Dia Mundial do Hipertenso, Dia do Parkinsoniano;

• Modelo de inclusão dos pacientes com restrição em ações de humanização da organização (como, por exemplo, barraca de pipoca hipossódica para pacientes com restrição alimentar);

• Ações de conscientização da população e colaboradores para as práticas de cidadania – “Multa Moral” para sensibilizar sobre vagas de deficientes e idosos;

• Modelo de comunicação institucional através de painéis e identidade visual da organização;

• Modelo de comunicação efetiva com o paciente “Programa Gestão Cidadã”;

• Sistemática de visualização da equipe cuidadora pelo paciente e familiares (“Totem” com escalas de profissionais);

• Publicações de artigos científicos em congressos internacionalmente reconhecidos (“Congresso ISQua - International Society for Quality in Health Care);

• Reconhecimento das práticas de qualidade e humanização através do Prêmio Saúde da Editora Abril;

• Estruturação hierárquica de gestão médica das Unidades de Terapia Intensiva;

• Reunião multidisciplinar de discussão de indicadores assistenciais com ações efetivas na segurança do paciente crítico;

• Reorganização Interna da gestão de leitos da Unidade de Terapia Intensiva para otimização da capacidade instalada;

• Modelo de passagem de casos críticos entre o corpo clínico da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) – “check list” de passagem de caso crítico;

• Modelo de treinamento junto aos residentes médicos, para mitigação dos casos de pneumotórax nos procedimentos de passagens de cateteres centrais;

• Modelo de reunião multidisciplinar com a equipe cirúrgica para mitigação dos índices de cancelamento cirúrgico, com ações efetivas de redução;

• Disponibilização de certificação digital para a totalidade dos colaboradores da organização;

• Modelo de inclusão dos pacientes elegíveis ao Protocolo de Sepse, através do sistema informatizado;

• Cultura de gerenciamento de Protocolos de forma disseminada pela organização;

• Modelo de gestão participativa com as equipes operacionais para melhorias das condições de trabalho – “Projeto Ideias não param”;

• Sinalização e interação junto à Secretaria do Estado de Saúde para regulação do paciente cirúrgico de forma equivocada, com efetivas ações de melhorias;

• Utilização de ações junto ao paciente, para redução de absenteísmos das consultas ambulatoriais (Termo de compromisso para realização de consulta ambulatorial);

• Modelo de disseminação das práticas de qualidade e segurança pela organização através do jornal digital – “Qualito informa”;

• Reuniões de “follow up” do SCIH (Serviço de Controle de Infecção Hospitalar) com especialidades cirúrgicas, para divulgação da adesão as práticas de antibiótico profilaxia e ações efetivas para aumento das mesmas;

• Envolvimento do paciente com as práticas de higienização das mãos;

• Práticas de acompanhamento de higienização das mãos através de câmeras;

• Participação multidisciplinar da organização em programas pós-alta para acompanhamento do paciente (como por exemplo: PCCO - Programa de Controle de Cirurgia da Obesidade);

• Modelo de estruturação do Programa Multidisciplinar para acompanhamento de feridas;

• Qualidade da estruturação da Comissão de Cuidados Paliativos;

• Realização de alimentação de conforto para pacientes em terminalidade;

• Qualidade das ações do laboratório de análises clínicas para investigação de erros do controle de qualidade externo (“Check list” investigatório de possíveis erros);

• Qualidade das orientações farmacêuticas para os pacientes (utilização de cartão de alta);

• Qualidade das ações do serviço de nutrição e dietética para envolvimento do paciente nas práticas seguras de alimentação (Campanha “Sal de Erva”);

• Ações de conscientização ambiental através de práticas de segregação de papel reciclado, com reversão de compras de presentes, roupas e alimentação para crianças carentes.


Fonte: IDTECH





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